sábado, 20 de junho de 2015
O mundo girando enquanto eu me canso de você,
Enquanto me sufoca a sua decisão de não viver.
O que é preciso pra mudar?
O que é preciso pra você entender?
Te vejo velha e sem se perdoar por toda a vida que deixou passar, pelo medo, pelo peso. O que é que você acha que vai ganhar?
E enquanto o mundo gira, meu nome lentamente se muda para Adeus.
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World spins as I get bored of ya. As your choice'bout not livin' slowly kills our love.
What else is necessary for you to fucking change?
What's fucking necessary for you to understand?
I see you as an old woman without mercy on yourself.
tons of regrets about having not let yourself live.
By fear,
By far a mistake.
When confusion got you afraid.
When cowardliness made you stay put.
The World spins slowly as my name changes to good bye, a the shaddows in me what could have been your time.
You've waited too long to decide.
And now decision is no longer yours...
As the world spins, my name turns into a lost future of yours.
Now my name is fuck off.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Nem toda verdade é casta, nem toda distância é vasta e dois corpos não cabem em um.
Mas a gente insiste.
E quando estamos juntos não é a pele que nos separa, não me basta a sua boca. E tudo é bom e pouco, principalmente o tempo, que sublima e nos deixa nus. Tão rápido quanto as roupas vão-se os medos, vergonhas e receios... As frescuras, as inseguranças e o resto do mundo... Tudo se desintegra e sobra você, olhando pra mim, com um brilho indizível nos olhos, e a gente se conversa sem falar e se toca de um jeito que não é só pele, que não tem como explicar.
Longe de você não há portos onde meu mar se acalme e eu me arrepio de calor quando penso em você.
E é como se as músicas corressem nas minhas veias, falando por mim... alisando meu corpo como um carinho seu.
Faz falta.
Tudo seu faz falta.
E não dá pra saber de onde vem.
E isso não importa.
E embora quase tudo fosse pra ser "não", ninguém explica isso pro coração.
A vida não é linear.
O coração não é linear.
E eu que sempre me achei racional, lógico e quase frio.
Que tanto ouvi que nunca ia casar...
Me vejo contigo de repente, pra sempre.
Mesmo que um eco me diga que é um amor irresponsável, como a beleza da flor de uma noite, eu ignoro.
Mesmo que não haja razão, eu ignoro.
Porque vem de dentro, do estômago, da alma, de além... E essa coisa borbulha de um jeito bom e me faz sentir tão vivo quanto nunca, faz sentir que vale viver... E cada abraço seu é que nem descobrir o mundo de novo... mesmo com todas as complicações... mesmo que exija de mim o que eu menos posso ter: paciência.
E é tão forte que eu espero. Eu que nunca quis ter âncoras, que nunca quis ficar.
Mas eu espero.
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