Engole a seco a conclusão tão mastigada;É, é melhor não.Tão difícil pra quem tanto insiste por tudo o que te fato deseja,Dá o traço de cada plano como uma poesia de conexões impossíveis,Quase esquece o tom do concerto e enseja um certo objetivismo em seus objetos convexos de pontas imaginárias.Boceja longamente.Alguma coisa falta.Mas nem importa tanto assim também.Um suspiro forte, uma cesta cheia de sorrisos, amigos, um MofCa e uma boa talagada de razão, volta tudo ao lugar.Os traços o desconstroem por dentro e se resolvem em palavras na ponta dos seus dedos.Dorme, logo esquece.Que venham os risos gratuitos e sinceros, ainda se há de achá-los nos campos, tais quais os trevos de quatro folhas.Não é que eles dêem sorte, é que você se sente sortudo de achá-los, raros, num dia comum de acordar, respirar e dormir. Mas logo depois eles murcham, ingratos. Melhor mesmo é deixá-los por lá, pra fazer mais alguém se sentir sortudo por nem que seja um pequeno instante.
Nada novo hoje, só mais um dia de pastilha de poesia efervescente pra azia.Um oi simpático te cativa, uma troca de olhar te desvia, mas não importa, basta um passo maior e lá está você de volta, no seu caminho, como se orgulhariam teus pais.
Vida morna, hei de arrumar-te emoção.Sobre a cama o capacete e a jaqueta.A noite de sexta-feira mal começa, mas promete, e vai, render.Fecho o computador com um sorriso gozador.Esta noite ganhei de você.
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